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Gestantes e pets em harmonia


Não há riscos na convivência entre animais e grávidas quando o cuidado é de verdade. Basta prestar atenção em noções simples de higiene e conduta respeitosa


Gestantes


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Metáfora perfeita quando o assunto é gravidez e animais de estimação, no filme “Marley & Eu”, Jenny, personagem interpretada por Jennifer Aniston, ganha um cachorro. E, embora existam ali claras oscilações entre amor e raiva por conta das peripécias do bichinho, percebe-se logo que se trata de um animal muito especial. A relação só cresce. Todos ganham.


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Mas será que fora do cinema há com o que se preocupar? Segundo a psicóloga especializada em gestantes e crianças, Isabel Garcia, não. “A presença do animal garante a necessidade que todos temos de uma relação com um objeto animado”. Segundo ela, esses são efetivos preparatórios importantes para lidar com a insegurança relacionada à separação, que geralmente acomete futuros pais.


Primeira regra: a higiene


No entanto, é certo que outros fatores, além dos psíquicos, devem ser levados em consideração. Existe uma série de questões orgânicas, como doenças e afins, que, na maior parte dos casos, deixa as grávidas de cabelo em pé. E, pior, faz com que algumas cogitem até abandonar seu amado bichinho. A notícia boa é que a maior parte delas fica assim por pura falta de informação.


Jaqueline Ulbricht é ginecologista e obstetra. Além disso, tem uma filha de 4 anos, 4 cachorros xodós e em casa nada mudou com o advento da gestação. Ao ser questionada sobre sua conduta quando é procurada no consultório por grávidas que têm cães e gatos, a médica é enfática: “Para mim, desfazer-se do animalzinho não é uma opção. As recomendações são as básicas de higiene”, diz, com semblante sério.


E continua: “Você não vai pegar as fezes dos bichos com a mão, não vai deixá-los conviver no meio da sua alimentação. São coisas que devem acontecer o tempo todo, não apenas durante a espera do bebê”.


Benefícios comprovados


Uma equipe de pesquisadores acompanhou cerca de 400 bebês com até 1 ano na Universidade da Finlândia Oriental. O resultado revelou que crianças submetidas ao contato com os bichos não apresentaram questões alérgicas nos anos seguintes, como seria de se esperar.


“Minha filha conviveu com meus cachorros desde bebê. Hoje, não tem qualquer tipo de problema respiratório. Não me restam dúvidas de que a receita certeira foi essa convivência harmoniosa”, conta Jaqueline Ulbricht.


Alguns outros estudos comprovam que cachorros sentem pelo olfato quando a mulher está grávida. A partir daí, acionam um instinto de proteção. Ficam mais cuidadosos, carinhosos e tornam-se excelentes companheiros para caminhadas - diga-se de passagem, as maiores aliadas no controle de peso nessa época da vida da mamãe.


A mais temida, a toxoplasmose           


Gabriela Toledo é daquelas veterinárias superengajadas nas causas dos maus-tratos de pets. Tanto que fundou o Projeto Esperança Animal (PEA), há 16 anos. A ONG conta atualmente com 12 mil ativistas cadastrados, além dos mais de 150 mil simpatizantes.


Uma das principais lutas da organização atende pela alcunha “Toxoplasmose, a culpa não é do gato!”. Gabi vive da pregação de que a convivência com os bichanos não coloca a vida de qualquer gestante ou feto em risco.


A veterinária é mãe do Gabriel, um bebê lindo, que convive intensamente com seus 7 gatos e 6 cães, desde a barriga. “Eu, por exemplo, nunca vi uma pessoa pegar toxoplasmose das fezes do gato. É muito raro. O mais comum é por conta da carne crua ou malpassada, totalmente contraindicada para as futuras mamães”, diz a ginecologista Ulbricht.


Por conta de tudo isso, separamos algumas informações disponíveis no portal da PEA para tirar todas as caraminholas sobre o tema da cabeça. Para quem quiser checar o projeto inteiro, é só entrar no site. Lá vai!


O que é toxoplasmose?
É uma infecção parasitária que não oferece riscos para a mãe, mas pode ser perigoso para o bebê. Alguns cuidados simples afastam completamente qualquer tipo de ameaça.


E o gato com isso?
Apenas 1% dos gatos pode transmitir a doença. Eles precisam estar na fase de eliminação dos oocistos, o que aconteceria somente uma vez em suas vidas. Ainda assim, para que a gestante se contaminasse, seria necessário que ela ingerisse a forma infectante das fezes do animal até 48 horas de defecada. Portanto, se você não deixa que as fezes do seu gato tenha qualquer contato ou proximidade com a comida que ingere, fique tranquila. Não há com o que se preocupar.


Que cuidados tomar?


  • Lave bem as mãos antes e depois de comer, beber e manipular carnes e alimentos no geral.

  • Tome leite apenas fervido e água de origem conhecida.

  • Nunca coma ou alimente seu gato com carne crua ou mal passada, bem como embutidos não fiscalizados.

  • Lave bem frutas, legumes e verduras.

  • Limpe a caixa sanitária do animal pelo menos duas vezes ao dia. E, caso ele esteja doente, desinfete-a junto à pá com água fervendo por 5 minutos diários. Sempre usando luvas, até para fazer a jardinagem!

  • Evite que seu gato tenha acesso à rua. Assim, diminuem as chances dele caçar ratos, baratas, lagartixas e afins.

  • Mantenha seu gato vacinado e vermifugado, além de levá-lo frequentemente ao veterinário.

  • Estoque a ração adequadamente. Insetos podem carregar os oocistos, contaminar o alimento e, consequentemente, seu gato.



http://disneybabble.uol.com.br/br/rede babble/sa%C3%BAde e bem estar/gestantes e pets em harmonia

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