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Pinscher

pinscher

País de origem: Alemanha
Nome no país de origem: Zwergpinscher
Utilização: Guarda e companhia
Sem prova de trabalho
RESUMO HISTÓRICO: o Pinscher Miniatura já existia em grande número na
virada do século e o livro de criação de 1925 registrou não menos que 1300 inscrições.
Como no Pinscher Alemão, das inúmeras variedades de cores existentes na época,
apenas as cores preta com marcações mais claras e a vermelha, do sólido ao
amarronzado, foram selecionadas para a criação.
APARÊNCIA GERAL: o Pinscher miniatura é a imagem reduzida do Pinscher Alemão,
sem os defeitos da aparê;ncia de nanismo. Sua elegante construção quadrada é
nitidamente visível através do seu pelo curto e liso.
PROPORÇÕES IMPORTANTES
• a relação do comprimento com a altura, faz com que a sua construção pareça tão
quadrada quanto possível.
• comprimento da cabeça (medido da trufa ao occipital) corresponde a metade do
comprimento da linha superior (medido da cernelha à raiz da cauda).
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: vivo, enérgico, seguro e equilibrado.
Essas qualidades fazem dele um agradável cão de família e de companhia.
CABEÇA
REGIÃO CRANIANA
Crânio: forte, alongado com o occipital pouco marcado. A testa é plana, sem rugas,
paralela à cana nasal.
Stop: leve, mas nitidamente definido.
REGIÃO FACIAL
Trufa: bem desenvolvida e preta.
Focinho: terminando em cunha. A cana nasal é reta.
Lábios: pretos, finos e aderentes aos maxilares. Comissura labial fechada.
4
Maxilares / Dentes: maxilares fortes. A completa mordedura em tesoura (42 dentes
de acordo com a fórmula dentária) é forte e bem fechada. Os músculos da mastigação
são fortemente desenvolvidos, sem formar bochechas salientes que interfiram no
contorno.
Olhos: escuros, ovais, com pálpebras bem aderentes e pretas.
Orelhas: eretas; inseridas altas, dobradas para frente em forma de V, com as bordas
interiores rentes às bochechas. As dobras não devem estar acima da linha do crânio.
PESCOÇO: de porte nobre, não muito curto. Deve fundir-se harmoniosamente na
cernelha sem ser marcado. Seco, sem barbelas ou papadas. A pele da garganta é seca,
sem dobras.
TRONCO
Linha superior: ligeiramente inclinada da cernelha à garupa.
Cernelha: formando o ponto mais alto da linha superior.
Dorso: forte, curto e firme.
Lombo: forte. A distância da última costela até a anca é curta fazendo o cão parecer
compacto.
Garupa: ligeiramente arredondada, fundindo-se imperceptivelmente na inserção da
cauda.
Peito: moderadamente largo, de diâmetro oval, alcançando os cotovelos. O antepeito
é nitidamente marcado pela ponta do esterno.
Linha inferior e ventre: flancos não muito esgalgados, formando uma bonita curva
com a parte inferior do tórax.
CAUDA: natural; busca-se que seja portada em forma de sabre ou foice.
MEMBROS
ANTERIORES: vistos de frente, são fortes, retos e não demasiadamente juntos.
Vistos de perfil, os membros anteriores são retos.
5
Ombros: a escápula é colocada rente à caixa torácica e é bem musculosa em ambos os
lados do osso do ombro, saindo acima do ponto da vértebra. Os mais inclinados possíveis
e bem colocados para trás, formando um ângulo de aproximadamente 50° com a
horizontal.
Braços: bem rentes ao corpo, fortes e bem musculosos, formando um ângulo de
95° a 105° com a escápula.
Cotovelos: corretamente ajustados, não virados nem para dentro nem para fora.
Antebraços: fortemente desenvolvidos e bem musculosos. Completamente retos, vistos
de frente e de perfil.
Articulação do carpo: forte e firme.
Metacarpos: fortes e elásticos. Vistos de frente, verticais; vistos de perfil, ligeiramente
inclinados para o chão.
Patas: curtas e redondas; dedos bem firmes e arqueados (pata de gato), almofadas
resistentes, unhas curtas, pretas e fortes.
POSTERIORES: colocados obliquamente, quando vistos de perfil; vistos por trás,
colocados paralelamente, mas não muito próximos um da outro.
Coxas: moderadamente longas, largas e fortemente musculosas.
Joelhos: não virando nem para dentro nem para fora.
Pernas: longas e fortes, resistente, encontrando um forte jarrete.
Jarretes: muito bem angulados, fortes, firmes, não virando nem para dentro nem para
fora.
Metatarsos: verticais com o solo.
Patas: ligeiramente mais longas do que as anteriores. Dedos bem firmes e arqueados.
Unhas curtas e pretas.
MOVIMENTAÇÃO: o Pinscher miniatura é um trotador. O dorso permanece firme e
relativamente estável em movimento. A movimentação é harmoniosa, segura, poderosa
e desinibida, com bom alcance. Típico do trote é uma movimentação cobrindo bem o
terreno, relaxada e fluente com uma forte propulsão e com uma livre extensão dianteira.
6
PELE: ajustada sobre todo o corpo.
PELAGEM
Pelo: curto e denso, liso, assentado e brilhante, sem regiões peladas.
COR
Unicolor: vermelho corça, do marrom-avermelhado até o marrom avermelhado escuro.
Preto e castanho: pelo preto-laca com manchas vermelhas ou marrons. O objetivo
é que se obtenha as manchas mais escuras possíveis, saturadas e bem definidas. As
manchas são distribuídas da seguinte maneira: acima dos olhos, abaixo do pescoço,
nos metacarpos, nas patas, na parte interna dos posteriores e abaixo da cauda. Dois
triângulos de igual tamanho nitidamente separados no peito.
TAMANHO / PESO
Altura na cernelha: machos e fê;meas: 25 a 30 cm.
Peso: machos e fê;meas: 4 a 6 kg.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e
penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem estar
do cão.
Particularmente:
• construção grosseira ou leve. De pernas muito baixas ou muito altas.
• crânio pesado ou redondo.
• rugas na testa.
• focinho curto, estreito ou pontudo.
• mordedura em torquê;s.
• olhos claros, muito pequenos ou muito grandes.
• orelhas inseridas baixas, muito longas, portadas irregularmente.
• barbelas.
• dorso muito longo, esgalgado ou selado.
• dorso carpeado.
• garupa caída.
• patas compridas.
• passo de camelo.
• movimentação hackney.
• pelo fino.
• cor ruão; linha preta no dorso, sela escura no dorso, pelagem clara ou pálida.
• tamanho 1cm acima ou abaixo do admitido.
7
FALTAS GRAVES
• falta de tipicidade sexual (ex: fê;meas masculinizadas).
• aparê;ncia fraca.
• cabeça em forma de maçã.
• falta de paralelismo na cabeça.
• cotovelos virados para fora.
• posteriores encolhidos embaixo do corpo.
• posteriores retos ou em barril.
• jarretes virados para fora.
• tamanho acima ou abaixo em mais de 1cm e menos de 2 cm.
FALTAS DESQUALIFICANTES
• tímido, agressivo, violento, desconfiado demais ou de comportamento nervoso.
• deformação de qualquer tipo.
• falta de tipicidade da raça.
• faltas na boca, como prognatismo superior ou inferior ou torção de mandíbula.
• faltas graves em partes individuais, como de estrutura, pelagem e cores.
• tamanho acima ou abaixo em mais de 2 cm.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
NOTA:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparê;ncia normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.



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bullet Dra Renata Avancini Médica veterinária, formada pela Universidade de Santo Amaro em 2007. Mestre e Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP), em 2009 e 2012 respectivamente. Graduada em 2014 no Curso de Especialização em Produção e Sanidade de Animais de Biotério pela FMVZ USP. Experi?ncia em clínica geral, medicina regenerativa, biotecnologia com concentração em células tronco e experi?ncia em doc?ncia na disciplina de Anatomia dos Animais Domésticos. Professora de Anatomia Veterinária da Faculdade das Metropolitanas Unidas (FMU) e na Universidade Paulista (UNIP). Médica veterinária na CURAVET. Contato: contato@curavet.com.br>

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